Que sou eu *Mauri Zeügo*

Meus caminhos intermináveis trouxeram-me até aqui, meus dias de alegria, tristeza, risos e cara feia. Sou tudo e nada. Feito um gato vadio que de telhado em telhado sempre encontra um cesto quente com um novelo de lã ou linha velha que nos remetem aos dias da infância. Tão saudoso à família sou eu. Nos últimos anos tenho tentado ser mais homem e menos animal, raciocinar sempre ao invés de seguir instintos que provocariam uma guerra. Sou humano enfim, tenho meus anseios e desejos e com esses, posso ser o que eu quiser. Cada pessoa tem seus defeitos e qualidades, porém, são os pequenos detalhes que nos tornam cada vez mais especiais e únicos. Sou Mauri Eurico Santos Zeügo e este é meu mundo. Seja Bem Vindo!

Mauri (14.01.1999)

terça-feira, 26 de junho de 2012

Recomeçando - Novo Amor (03.06.12)

Ao vê-lo de forma tão simples e tentando aparentar ser mais maduro que o comum, vi-me no conflito de tocá-lo e poder tê-lo logo e loucamente em meus braços. Meu monstrinho lindo e de sorriso cativante levou-me ao âmago da mais nova questão: Amar de novo e recomeçar minha vida com um novo amor? Sim, essa é a meta agora, ter comigo a felicidade me abraçando e me tocando todas as manhãs. Minha criança torna-te homem tão logo para que possamos gozar de tão louca e deliciosa paixão. Seus olhos me mostram o quanto é bom poder estar ao teu lado e é ai quando mergulho na imensidão da calmaria toda nossa e vivencio o melhor de nós mesmos.  Amo-te, quero-te e preciso de sua presença aqui comigo para me fazer mais forte. Sou fiel, sou teu, sou esse e aquele e você, quem é? Sinto-me seguro contigo, meu homem, meu tudo, meu elo entre a vida e a vontade de amar.Enquanto um nome brilhar e me ajudar a trilhar um grande caminho, nascerei novamente durante todos os dias somente para dizer o quanto te amo e te quero e esse nome é o teu Kaique De Lima Bispo.

Por: Mauri Zeurgo

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Sem você (10.05.2012 – 16:30hs)


Dois meses sem você...
Dois meses que não te vejo e a saudade ainda é latente e ruim aqui dentro do peito. Tentei ter calma nos dias de aflição, tentei fingir ser infiel e não consegui. Meus dias são mais frios e o frio que bate à minha porta não se aquieta e nem toma seu rumo certo. Hoje, sinto que meu coração está recusando-me e me deixando voltar a ser o que eu era antes de conhece-lo - Um pequeno palhaço triste em mais um circo sem graça. Jamais imaginei que toda a magia do nosso picadeiro da vida a dois terminaria assim, de forma tão estranha e nebulosa. Sinto-me esmagado, detonado com todos os tipos e formas de bombas, dinamites e granadas... Você por mim, eu por você, cada qual para o seu lado. Dói demais me sentir perdido e essa sensação onde você magoou-me dessa maneira. Dias sorrindo à toa, tardes de prazer num leito só nosso, noites de sono e rebeldia pela madrugada. A cama e os lençóis foram nossos convidados e testemunhas para tanto que ocorreu entre a gente. A paixão acaba, o desejo diminuí, mas e o amor, onde está o amor¿ Aquele que nos aquecia durante dias e noites, aquele mesmo amor que nos unia contra as controvérsias da vida, aquele amor que durava até o final dos filmes, das músicas e das horas em frente à boca quente do fogão, nas nossas aventuras gastronômicas que davam sempre certo... Onde está meu herói, meu paizão, meu amigo, meu amor e amante, onde está o meu homem agora¿ Perdido nos próprios devaneios da vida urbana e rude que vive, dominado sempre pela arrogância de outrem¿ Meu coração está estraçalhado e ainda sem entender o porquê de ter me feito subir tão longa escada, degrau à degrau para depois me empurrar lá de cima? Tu foras o samurai com longa “katana” que desafiara o amor e perdeu, tendo de sacrificar seu próprio coração e amor e a pessoa mais especial em sua vida, acabou ferindo-me diretamente. Seu egoísmo e caprichos cegaram-no por completo. Oh homem, fale-me sobre os meus sonhos, sobre os meus desejos e anseios, conte-me sobre os meus dias, pois eu já sei tudo sobre você, simplesmente tudo. E sobre mim? O que sabes, se a pessoa que esteve ao seu lado por tanto tempo fora derrubada morro abaixo, fora lançada no abismo e ninguém veio ao meu socorro, nenhum braço forte, nenhuma mão amiga e ou ombro de um colega, nenhum homem se atreveu... Ninguém ousa deliciar-se com a miséria de outrem, porque enquanto existir o “restil” de amor e carinho por ti existirá a vontade de ficar sozinho e vivendo com medo pelos cantos obscuros desse desfiladeiro da incompreensão. Tenho a mente fraca e abatida nesse momento, meus olhos ardem por tanto derramar lágrimas, as mesmas que nenhum outro mereceu em toda a minha vida. Hoje, mereço minhas próprias lágrimas e o meu eu tornar-se-á único e eterno, enquanto meus olhos procurarem os seus... 


By: Mauri Zeürgo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Eternizando Os Fatos (03.02.2012)



E o que temos da vida, se a mesma nos leva tudo? E quanto a bonança dos tantos risos e abraços que temos? Sim, temos sempre um motivo pra sorrir, sonhar e pedir perdão a quem magoamos. Durante o dia, as pequenas atitudes nos levam à forca medieval em mais um dos devaneios nossos. Tão infeliz e tão obscuro à realidade que os sobrepõe no pedestal do nosso orgulho, somos levados à indigestão verbal do erro alheio.
Levamos a culpa por tudo e sem meio caminho e ou meio termo, somos julgados e o que resta-nos é sentir a lâmina fria da espada que corta a carne, magoando o corpo e envenenando a alma nossa pelas horas que passam nunca nesse grande e velho relógio de madeira.
A liberdade seria enfim, o maior dos prazeres e último elo entre certo e errado, verdadeiro e falso, único e múltiplo, assim como os muitos amores que vivemos e descobrimos no fim que a palavra que tanto eterniza homens e mulheres no grande hall egocêntrico e vaidoso da Literatura, não tem tanta força quanto imaginamos.
Em dias assim, queremos ser erguidos pelos ventos e deixarmo-nos sermos guiados ao longo da brisa que refresca o nosso rosto, alimentando a ideologia da vida – sem preocupações, sem medo, sem problemas e sem o anseio pelo amor. Tão simples e seca, a vida envaidece ao primeiro olhar, os lábios colorem-se ao menor ruído e o coração acelera ao mais suave toque.
Tão bom é esse sentimento que mesmo com toda a dor da vida, tudo é belo, tudo causa alegria e tudo se torna riso. Porque não lutar hoje por conta do embalo radiante que é viver uma paixão e deixar de lado a irracionalidade e a sensação infértil esterilizada em nossas mentes ditadas pelo medo?
Hoje somos a marca do mundo, somos os grãos de areia eternizando a história com nossos feitos, contos, amores e dissabores que ditam regras e alinham nossos caminhos sem saber aonde chegar. Se o futuro próspero existe, basta fincar na terra – nesse nosso solo, a perseverança e o alinhamento corretos e isso depende de cada um. Se um dia formos parados e questionados quanto à morte, diremos que sim, ela existe e é impossível estaciona-la e decidir o que fazer com ela depois. Mas, pior que isso é saber que a vida é curta demais e a morte dura uma eternidade – quem está bem então, os que partem ou os que ficam?
Por fim, nesse imenso naufrágio emocional somos todos barris antigos e isolados de questionamentos infindáveis pelo simples fato de sermos isso e aquilo, sangue e corpo, mente e alma, carne e espírito, vida e morte. Deixemos claro então que a chance de ter e poder são uma só e daqui nada levamos, apenas deixamos a saudade e nossos feitos.
Viva o hoje como nunca e tenha em mente que nada é eterno.

Por: Mauri Zeürgo.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Você Nunca Saberá (01 De Janeiro De 2012)


“O que você nunca saberá, jamais o machucará e jamais o enganará.
O que você nunca sentirá serão as coisas do coração, serão os amores vividos,
serão os temores pressentidos e a falsa realidade imposta por você mesmo”
Assim como um vaso à mesa, temos muitas cores,
Assim como as várias flores que o decoram;
Sentidos inferidos, feito a ideologia maluca dos céticos,
Denotam a fragilidade e sensibilidade dos caminhos a seguir;
Sabemos que nesse motim interno de sensações existe a acidez de alguns, a clareza de outros, mas, também a verdade, mesmo que doa – profunda, interna, certeira e arrebatadora sempre.
A dor da verdade é o mesmo, senão com maior teor que a realidade a que temos de encarar. Lembremos que a vida pode e deve ser sentida de forma a conciliar a dor das dificuldades a libido dos prazeres que nos trouxeram até aqui.
O ponto crucial dessa grande cruzada fora bem querido pelos meios a que escolhemos, simplesmente pelo fato da chegada inesperada e das surpresas ao longo do caminho.
O anil azul do céu, o carmim vermelho do pôr-do-sol, o prata cinza das águas que banham as pedras unidas pela liga grudenta das cachoeiras e rios – Simplesmente tudo se torna belo quando existe o sorriso, mesmo que forçado e ou incitado. Precisamos pouco como seres-humanos para sermos felizes, mas, precisamos ainda menos para amargar a realidade e dialogar de frente com a infelicidade e a desgraça de aturar as cores infelizes que não fazem parte do vaso nosso.
O que você nunca saberá estará guardado pra ti,
Estará esperando o seu “eu” eliminar a arrogância tua
E reformular a vida nossa como um todo,
Fazendo-o assim, libertar-se desse mundo enganoso da tormenta causal e ocasionando a liberdade no eterno alçar de asas...rumo a eternidade.

By: Mauri Zeürgo