Que sou eu *Mauri Zeügo*

Meus caminhos intermináveis trouxeram-me até aqui, meus dias de alegria, tristeza, risos e cara feia. Sou tudo e nada. Feito um gato vadio que de telhado em telhado sempre encontra um cesto quente com um novelo de lã ou linha velha que nos remetem aos dias da infância. Tão saudoso à família sou eu. Nos últimos anos tenho tentado ser mais homem e menos animal, raciocinar sempre ao invés de seguir instintos que provocariam uma guerra. Sou humano enfim, tenho meus anseios e desejos e com esses, posso ser o que eu quiser. Cada pessoa tem seus defeitos e qualidades, porém, são os pequenos detalhes que nos tornam cada vez mais especiais e únicos. Sou Mauri Eurico Santos Zeügo e este é meu mundo. Seja Bem Vindo!

Mauri (14.01.1999)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Alguém da tribo dos mouros *Reedição (14/01/10)

Do geral, diz-se sujeito ao espaço, ao tempo e à causalidade. Ou seja, trata-se de algo corpóreo e, ao jugo dos sentidos, tangível, neste espaço e não naquele, aqui nesta realidade e não noutra. Assim se procede com o tempo, neste tempo e não noutro qualquer, em seu tempo e não de outrem. Da causalidade, dá-se a origem de algo que não se auto-determina, isto é, algo que não se cria por si próprio. Desta forma, pode-se dizer que, ao mesclar os três elementos acima expostos, chega-se a uma condição mínima de existência, no entanto, o que se tem disso é uma mera estrutura básica que se aplica a qualquer coisa que não seja você. Entretanto, é necessário diferenciá-lo de tudo o mais que o cerca porque a extensão do seu "eu" não engloba qualquer outra coisa que esteja fora de você, é nesta caracterização que a individualidade brota, e dela, vai-se a um novo mundo que o torna único.
Do particular, diz-se sujeito aos ditames da razão e às aberturas da emoção. Pela sua razão chega-se analogamente às épuras que você as manifesta num plano que não está no domínio do seu "eu", todavia, limitar-se aos domínios da razão para fazer apontamentos sobre a sua pessoa seria até uma injustiça e, ainda assim, não conseguiria manifestar a sua individualidade. Supondo que você tenha uma justa medida que o caracteriza, tornando-o diferente de qualquer outra pessoa que o cerque, é cabível que tais medidas residam em suas emoções. Você ri, chora, sofre, abre-se e torna a se fechar às abstrações, odeia, ama, indifere, indefere, aceita, nega, etc etc e milhares de etc. Os domínios desses elementos, por serem conflituosos demais, culminam numa unicidade e ao manifestá-los, pode-se dizer com total convicção: esse, no meio dos mouros, é você – Mauri Zeurgo!

Por: Robson Damasceno

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