Que sou eu *Mauri Zeügo*

Meus caminhos intermináveis trouxeram-me até aqui, meus dias de alegria, tristeza, risos e cara feia. Sou tudo e nada. Feito um gato vadio que de telhado em telhado sempre encontra um cesto quente com um novelo de lã ou linha velha que nos remetem aos dias da infância. Tão saudoso à família sou eu. Nos últimos anos tenho tentado ser mais homem e menos animal, raciocinar sempre ao invés de seguir instintos que provocariam uma guerra. Sou humano enfim, tenho meus anseios e desejos e com esses, posso ser o que eu quiser. Cada pessoa tem seus defeitos e qualidades, porém, são os pequenos detalhes que nos tornam cada vez mais especiais e únicos. Sou Mauri Eurico Santos Zeügo e este é meu mundo. Seja Bem Vindo!

Mauri (14.01.1999)

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Primeiro Adeus - 2ª Edição (14/07/07)

Olhe pra mim,
Ouça minha voz,
Quero que acorde
E perdoe-me;

Não tenho escolha,
Preciso voar longe.
Liberte meu espírito
E abra minhas asas;

Quero a liberdade,
Dê-me o brilho do sol
Em diferentes ângulos
E abençoarei seus dias;

Recebe meu adeus
Como algo sublime,
Continue nossa dança
Até os novos dias;

Dou­-lhe um templo,
Sacrifique-se por mim –
Deixe o sangue escoar
Mas deixe-me ir.

Mauri Zeügo

Nenhum comentário:

Postar um comentário