Que sou eu *Mauri Zeügo*

Meus caminhos intermináveis trouxeram-me até aqui, meus dias de alegria, tristeza, risos e cara feia. Sou tudo e nada. Feito um gato vadio que de telhado em telhado sempre encontra um cesto quente com um novelo de lã ou linha velha que nos remetem aos dias da infância. Tão saudoso à família sou eu. Nos últimos anos tenho tentado ser mais homem e menos animal, raciocinar sempre ao invés de seguir instintos que provocariam uma guerra. Sou humano enfim, tenho meus anseios e desejos e com esses, posso ser o que eu quiser. Cada pessoa tem seus defeitos e qualidades, porém, são os pequenos detalhes que nos tornam cada vez mais especiais e únicos. Sou Mauri Eurico Santos Zeügo e este é meu mundo. Seja Bem Vindo!

Mauri (14.01.1999)

sábado, 18 de dezembro de 2010

Roda gigante (14/10/05)

Toda roda gigante
Gira, gira, gira o mundo,
Resgata a alma infante
No poço lá do fundo;

Toda roda gigante
Sobe, sobe, sobe o céu,
Inquieta os olhos do passante
Derrubando o seu chapéu;

Toda a roda gigante
Vira, vira, vira a gente,
Vem plantar nossa semente
Encantando o antigo ente;

Toda roda gigante
Desce, desce, desce ao chão,
Deixando à tarde excitante
E logo mais vem o algodão;

Toda roda gigante
Para, para, para as juntas,
Desligando o botão
E acabando a diversão.
 
Mauri Zeügo

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